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ALGUMAS TENDÊNCIAS QUE ESTÃO O MUDANDO O MUNDO

Tendências mudando o mundo

Olá Caros Leitores!

Hoje vou compartilhar com vocês algumas coisas que tenho lido em revistas, ouvido em palestras e conversado, com pessoas. São assuntos que podem ser considerados como tendências, mas que já estão se manifestando em nossa realidade, devendo se intensificar e causar mudanças em nossa forma de fazer as coisas.

1ª A força do pensamento divergente – (Harvard Business Review- jun/2015 pag. 14)

Resolver problemas, desenvolver produtos, serviços ou soluções em qualquer área, incluindo RH, pode ser enormemente mais fácil se envolvermos no processo pessoas de outras áreas – “campos análogos”. Estudos mostram que existem vantagens em acessar conhecimentos de áreas que pareçam diferentes na superfície, mas que são semelhantes em um nível mais estrutural. Isso pode ajudar a área de RH a gerar ideias inovadoras.

Exemplo:

Desafio: identificar talentos no mercado de trabalho.

Pensadores que poderiam ser convidados: Profissional da inteligência policial, um Detetive Particular, Descobridor de Modelos (moda), Caçador de talentos no Futebol. Quanto mais distantes conceitualmente em relação ao problema, mais inovadoras podem ser as soluções, segundo estudos.

Open innovation (HSM ExpoManagement – 2015-Palestra no auditório Innovation Garage – AceleraTech)

Inovação Aberta, termo usado por Henry Chesbrough, professor e diretor executivo no Centro de Inovação Aberta da Universidade de Berkeley e chairman do Centro de Open Innovation – Brasil. “A inovação aberta se refere assim a um fluxo aberto, no qual os recursos se movem facilmente na fronteira porosa entre empresa e mercado.” – Wikipédia.

Exemplo:

Desafio: Desenvolver máquina de bebidas não-alcoólicas em cápsulas.

Envolvidos: Whirlpool e Ambev

Teria sido muito mais difícil e demorado para a Whirlpool desenvolver esse produto no modelo de inovação fechado.

A questão é como aplicar esse conceito em RH. Pode ser muito inovador uma empresa média que já tenha uma estrutura de RH montada desenvolver uma parceria com outra, de tecnologia, que não tem um RH estruturado, para criarem um programa de treinamento inovador, utilizando novas tecnologias, que beneficie os talentos das duas empresas.

 

3º Aprendizagem 4.0 – (HSM ExpoManagement 2015 – Palestra no auditório – HSM Educação Executiva)

Estamos saindo da era do conhecimento para entrar na era da sabedoria. O que isso significa?

O conhecimento é formado pelo o acúmulo de estudos e experiências – é algo que buscamos no mundo exterior e trazemos para nós. Já a sabedoria é resultado de um processo de elaboração interna do conhecimento e das experiências, que gera uma nova forma de pensar e agir no mundo.

Essa visão traz uma nova forma de olhar para a aprendizagem, tirando o foco da transmissão de conhecimento e colocando no incentivo à reflexão e elaboração interna.

Não faz mais sentido puramente transmitir conhecimentos dentro das salas de aula, pois o conhecimento está disponível em toda a parte. Agora as áreas de Treinamento e Desenvolvimento das empresas devem buscar formas de aprendizagem que estejam em linha com a busca da sabedoria.

4º O homem-robô – (Harvard Business Review- jun/2015 pag. 28)

Segundo estudos da Oxford University, a metade das vagas de hoje pode desaparecer em função do desenvolvimento de máquinas inteligentes. Algumas atividades que atualmente são feitas por pessoas, poderão ser feitas de forma mais rápida e barata por essas máquinas. Os softwares vão realizar a maioria do trabalho pesado de cognição e tomar decisões tão boas quanto as pessoas em boa parte dos casos.

Algumas estratégias são sugeridas na matéria para que os profissionais continuem empregáveis:

  • Migrar para áreas que exijam maior capacidade intelectual. Sempre terá emprego para quem tiver visão ampla e com maior nível de abstração que os computadores.
  • Utilizar formas intelectuais que não estão ligadas à cognição racional e sim ao que Howard Gardner chama de inteligências múltiplas. Ex. Focar na inteligência inter ou intrapessoal.
  • Quando o computador toma uma decisão, dependendo do caso, tem que ter um ser humano para analisar a recomendação. É uma estratégia se especializar para monitorar e modificar o trabalho das maquinas.
  • Encontrar uma especialidade na sua área profissional em que a automação não é rentável. Atividades mais específicas, que não tem escala, podem não ser viáveis em termos de automação.
  • Trabalhar na área em que você possa ajudar a construir a próxima geração de computadores e ferramentas de inteligência artificial.

A tendência está ai, agora você pode decidir como orientar seus filhos para trabalhar dentro desse novo cenário.

Bem leitores era isso que queria compartilhar com vocês. Escrevam contando o que pensam sobre essas novas ideias.

Abraços e até o próximo artigo!

 

Yara Leal de Carvalho

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