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Crenças e liderança de equipes

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Todos os nossos comportamentos são pautados por nossas crenças. Agimos de acordo com o que acreditamos e essas convicções são formadas desde nossa infância e reforçadas ou não de acordo com as experiências que temos na vida.

A questão é que elas são tão importantes que podem determinar o rumo da nossa vida e a maneira como nos relacionamos com as pessoas.

Podemos ter crenças que nos impulsionam em direção a melhores resultados porém, e com muita frequência, possuímos crenças que nos limitam e que minam nossas energias, nossa motivação e nossa capacidade de caminhar em direção àquilo que realmente desejamos e que nos tornaria pessoas felizes e de sucesso.

As organizações são compostas por pessoas, cada qual com suas histórias de vida, suas crenças, seus valores que se entrelaçam e criam uma cultura própria que gera impactos no sucesso do negócio.

Assim como herdamos e adotamos crenças das pessoas com as quais nos relacionamos durante a nossa vida, também somos responsáveis por reforçar ou não as convicções das pessoas com as quais nos relacionamos e aí entra o papel importante do líder, em todos os níveis hierárquicos da organização.

Nesta complexa relação entram as crenças que o líder tem de si próprio e as que ele tem em relação às pessoas de uma maneira geral e, do resultado desta equação, teremos uma equipe mais ou menos bem sucedida, mais ou menos motivada, mais ou menos autoconfiante e capaz de superar desafios e entregar cada vez melhores resultados.

Se, enquanto líder, acredito que as pessoas são capazes, automotivadas e podem executar suas tarefas sem necessidade de controle, vou ser capaz de delegar tarefas e confiar em que serão bem executadas e isso estimulará a equipe a corresponder a essas expectativas e gerar melhores resultados.

Se, ao contrário, não acredito na capacidade das pessoas e penso que precisam ser constantemente controladas e que só a minha maneira detrabalhar é a correta, minha tendência é ser um líder centralizador, autoritário e que limita o desenvolvimento das pessoas.

Dessa forma, é importante que façamos uma reflexão a respeito de nossas convicções e do quanto elas estão impulsionando ou limitando o nosso próprio desenvolvimento e o de nossos liderados.

 Se você quer potencializar o desempenho de sua equipe pare e reflita:

Você conhece suas crenças em relação à equipe? Quais são?

  • Que crenças você tem a respeito de cada um? Elas são positivas ou negativas?
  • Que evidências sustentam essas suas crenças?
  • Você já se permitiu desafiar essas crenças? Qual foi o resultado?
  • O que você ganha mantendo crenças negativas? E se você as substituísse, o que ganharia?
  • Você se considera um bom líder e confia na sua capacidade de desenvolver pessoas?
  • O que tem feito para liberar o potencial de sua equipe e aumentar sua autoestima e autoconfiança?

Reconhecer nossas próprias crenças limitantes, ajudar nossos liderados a detectar as suas próprias e superá-las, faz parte do nosso papel de líderes e o resultado final poderá levar à melhoria do desempenho da Organização como um todo.

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 Abraços

Clarice Perrone

Master Coach

clarice@questaodecoaching.com.br

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