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Modelo GROW

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Todos nós buscamos crescimento, ou pelo menos, em minha opinião, deveríamos buscar. O coaching é uma ótima ferramenta para aprender, crescer e desenvolver-se pessoal e/ou profissionalmente. Uma das técnicas que pode ser utilizada para estruturar uma sessão ou uma meta é o modelo GROW. Desenvolvido por John Whitmore em seu livro Coaching para Performance, GROW é um acrônimo de Goal; Reality; Options; What/When/Whom/Will. Vamos rapidamente explorar cada item:

– Goal (Meta): é imprescindível definir não só a meta da sessão, mas também no curto e longo prazos. É onde o coachee quer chegar;

– Reality (Realidade): explorar a situação atual, identificar de onde o coachee está partindo, qual é seu ponto A;

– Options (Opções): explorar estratégias alternativas ou cursos de ação, quais são os possíveis caminhos que o coachee irá utilizar para chegar à meta;

– What/When/Whom/Will: o QUE deve ser feito, QUANDO, por QUEM, e a MOTIVAÇÃO de fazer, o plano de ação.

Pode soar estranho definir a meta antes da realidade, mas pense nas metas que você já determinou e que foram baseadas em uma situação atual. Elas tendem a ser negativas e limitadas por uma performance anterior, uma solução para algo que já aconteceu e se estabeleceu. Você não avalia o cenário futuro, o que poderia acontecer e quais as possibilidades.

Contudo as metas definidas com base no que poderia ser feito, nas suas possibilidades, e completadas pelas etapas realistas que o levariam a atingir a meta, são mais inspiradoras, criativas e motivadoras.

Com tudo isso estruturado, o plano de ação é consequência. Especificar o que será feito, quando começa e termina (start e dead line), quem é responsável ou quem pode contribuir, e ter consciência qual o motivo que o leva à ação, são os fatores que fecham o modelo GROW.

 Posts sugeridos: meta smart, plano de ação.

Grande abraço!

Alexandre Nakandakari

alexandre@questaodecoaching.com.br

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